
O Wi-Fi público está por toda parte e é quase irresistível quando o sinal do celular falha ou é preciso usar o notebook fora de casa. O problema é que, ao se conectar a essas redes, seus dados pessoais podem ficar expostos a cibercriminosos sem que você perceba.
Quais são os riscos de usar Wi-Fi público?
Redes Wi-Fi abertas, como as de aeroportos, praças de alimentação e bibliotecas, geralmente não possuem os mesmos mecanismos de segurança de uma rede doméstica ou corporativa.
Isso significa que, ao explorar as vulnerabilidades do dispositivo ou até mesmo da rede, suas informações podem ser interceptadas. Fator que pode expor desde suas senhas e dados bancários até mensagens pessoais, por exemplo.
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Um dos ataques mais comuns nesse cenário é o chamado “man-in-the-middle” (homem no meio, em tradução livre). Funciona assim: o hacker se posiciona entre o seu dispositivo e o ponto de acesso da rede, capturando tudo que é transmitido.
Na prática, é como se alguém estivesse lendo a sua correspondência antes de ela chegar ao destinatário. Só que, no caso, são os seus dados digitais.
Há ainda os ataques de redirecionamento, nos quais o usuário digita o endereço de um site legítimo, como o do banco, mas é levado a uma página falsa que imita o visual original. O objetivo é o mesmo: coletar informações sensíveis sem que a vítima desconfie.
Isso não quer dizer que você precisa evitar redes públicas para sempre. No entanto, navegar sem nenhuma proteção adicional pode expôr o seu celular, computador ou tablet a riscos.
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Como a VPN pode te proteger nas redes públicas
A boa notícia é que existe uma forma acessível e eficiente de se blindar contra esses riscos: o uso de uma VPN (Virtual Private Network, ou Rede Virtual Privada). Mas o que exatamente ela faz?
Pense na VPN como um túnel criptografado entre o seu dispositivo e a internet. Quando você ativa o serviço, todos os dados que entram e saem do aparelho passam por esse túnel protegido antes de chegarem ao destino.
Mesmo que alguém consiga interceptar a conexão em uma rede pública, as informações estarão embaralhadas e serão praticamente impossíveis de decifrar.
Além da criptografia, a VPN também oculta o seu endereço IP, uma espécie de “identidade digital” do dispositivo. No lugar, é exibido o endereço do servidor da VPN.
Isso dificulta o rastreamento da sua localização e das suas atividades online, garantindo mais privacidade na navegação.
Navegue em segurança com a Surfshark
A Surfshark é um dos principais serviços de VPN do mercado e oferece uma solução completa para quem deseja navegar com mais segurança e privacidade – seja no Wi-Fi do aeroporto, do hotel, da cafeteria ou até em casa.
O serviço conta com mais de 4,5 mil servidores espalhados por cerca de cem países, incluindo o Brasil, garantindo uma conexão estável e rápida.
Um dos grandes diferenciais da Surfshark é permitir conexões simultâneas ilimitadas. Isso significa que, com uma única assinatura, você pode proteger o celular, o notebook, o tablet, a smart TV e qualquer outro dispositivo da família.
Mas a plataforma vai além da VPN. Dependendo do plano escolhido, o assinante também tem acesso a:
- Bloqueador de anúncios e de pop-ups de cookies, para uma navegação mais limpa;
- IP dinâmico, que altera o endereço automaticamente para dificultar o rastreamento;
- Alternative ID, que gera e-mails e dados temporários para proteger suas informações em cadastros;
- Buscador privado, sem anúncios, rastreamento ou armazenamento de pesquisas;
- Antivírus integrado, com proteção em tempo real, verificação de arquivos e defesa contra ransomware;
- Alertas de vazamento de e-mail, cartão de crédito e dados de identidade.
A Surfshark oferece três planos principais, com a oportunidade de ganhar três meses grátis ao aderir a assinatura de dois anos:
- Starter: VPN completa com bloqueador de anúncios e Alternative ID por R$ 6,99 ao mês (pagamento único de R$ 188,73);
- One: mesmos recursos do Start com antivírus, alertas de vazamento de dados e buscador privado por R$ 9,49 ao mês (pagamento único de R$ 256,23);
- One+: mesmos recursos do One com serviço Incogni, que solicita a remoção dos seus dados pessoais de bases de corretores de dados, por R$ 15,99 ao mês (pagamento único de R$ 431,73).
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