
O Gemini 3.1 Pro é a versão mais recente da série Gemini 3, lançada pelo Google para melhorar o raciocínio lógico e o desempenho da IA em tarefas complexas. Ele também é a base do Gemini 3 Deep Think, e serve para uso profissional, pesquisa e projetos criativos.
- Onde usar o Gemini 3? Saiba onde a IA está disponível
- Quais são os modelos do Gemini? Conheça as IAs disponíveis no app do Google
A seguir, tire suas dúvidas sobre:
- Quais são as novidades do Gemini 3.1 Pro?
- Qual é o foco do novo modelo?
- Como usar o Gemini 3.1 Pro?
Quais são as novidades do Gemini 3.1 Pro?
Em relação ao Gemini 3 Pro, o Gemini 3.1 Pro trouxe alguns avanços em:
–
Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.
–
- Raciocínio lógico
- Fluxos de trabalho agênticos
- Geração de animações SVG
Raciocínio lógico
A IA teve um aumento de desempenho de 35% para 77,1% no benchmark ARC-AGI-2, segundo dados oficiais do Google. Isso significa que o modelo consegue pensar de forma mais inteligente e resolver problemas complexos com mais precisão.
O benchmark ARC-AGI-2 mede a capacidade da IA de identificar padrões, deduzir respostas e solucionar desafios lógicos. Nessa análise, o Gemini 3.1 Pro acertou mais que o dobro das questões que o Gemini 3 Pro acertava.
Fluxos de trabalho agênticos
O modelo consegue executar tarefas longas e complexas em várias etapas de forma autônoma. Por exemplo, ele pode coletar dados de várias fontes, processar essas informações e gerar dashboards ou relatórios prontos, tudo sem precisar de intervenção humana em cada etapa.
Geração de animações SVG
O Gemini 3.1 Pro transforma ideias em produtos digitais completos e interativos, com recursos avançados de animação, simulação 3D e criação de código. Alguns exemplos:
- Animações em SVG escaláveis: gráficos e ícones animados que não perdem qualidade e ocupam pouco espaço. O segredo é que os SVGs são feitos com código puro, e não pixels, então o arquivo é muito menor que um vídeo tradicional;
- Simulações 3D interativas: cenários que respondem a movimentos do usuário, como gestos ou cliques. Por exemplo, o modelo criou uma revoada de pássaros em 3D que podia ser manipulada com rastreamento de mãos (hand-tracking);
- Transformação de ideias em código: o modelo consegue criar interfaces, dashboards ou aplicativos a partir de conceitos abstratos. Um exemplo é um portfólio inspirado no livro O Morro dos Ventos Uivantes, onde a IA capturou o tom do romance e transformou em uma página interativa moderna;
- Dashboards de sistemas complexos: o Gemini 3.1 Pro consegue integrar informações complexas de diferentes fontes e transformá-las em visualizações claras e interativas. Como exemplo, ele construiu um dashboard aeroespacial ao vivo a partir de dados públicos para mostrar a órbita da Estação Espacial Internacional (ISS).

Qual é o foco do novo modelo?
O Gemini 3.1 Pro foi desenvolvido para lidar com tarefas complexas e é capaz de:
- Analisar e organizar grandes volumes de informações;
- Resolver problemas que envolvem raciocínio lógico avançado;
- Transformar ideias abstratas em soluções práticas;
- Criar conteúdo digital interativo, como dashboards, animações e simulações 3D;
- Executar processos em várias etapas de forma autônoma, conectando diferentes sistemas e ferramentas sem intervenção humana constante.
Como usar o Gemini 3.1 Pro?
O Gemini 3.1 Pro está disponível no App Gemini para todos os usuários e no NotebookLM para assinantes dos planos Pro e Ultra em fase de prévia para validar as atualizações e melhorar os fluxos de trabalho agênticos antes de liberá-lo para o público geral.
Desenvolvedores também podem acessá-lo pela Gemini API, Google Antigravity, Android Studio, Gemini CLI via Google AI Studio e em soluções corporativas, como Vertex AI e Gemini Enterprise.
Confira outros conteúdos do Canaltech:
- GPT-5, Gemini 3 e mais: 5 modelos de IAs que chegaram em 2025
- Nano Banana, Veo 3 e mais: 6 novidades do Gemini em 2025
- Quais são as IAs mais inteligentes de 2025? Veja a lista
Leia a matéria no Canaltech.

