
A nova CNH, que acabou ganhando o apelido de CNH sem Autoescola, chegou para facilitar o acesso das pessoas à Carteira Nacional de Habilitação e, de quebra, tentar reduzir uma estatística alarmante registrada entre 2019 e 2025.
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Dados compilados pelos órgãos de trânsito revelaram que, nos últimos seis anos, o país registrou um recorde de reprovação em provas práticas para a obtenção da CNH. O índice de reprovação aos candidatos que fizeram provas práticas para a categoria B (carros) saltou de menos de 2% para 6,8% no período.
A situação em relação à categoria A da CNH, que cuida das provas para a obtenção da habilitação com motos, é um pouco melhor, mas também alarmante: cerca de 5,6% dos pleiteantes foram reprovados na prova prática entre 2019 e 2025.
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Nova CNH é aposta para reduzir reprovações
Entre as muitas mudanças que a nova CNH introduziu no sistema para o acesso à habilitação, uma chama a atenção, pois pode ajudar diretamente a reduzir o número recorde de reprovações nas provas práticas.

A regulamentação atual ampliou de forma significativa a margem de erro permitida aos candidatos, que agora podem acumular até 10 pontos no percurso e, mesmo assim, saírem aprovados do exame final. A antiga lei previa reprovação automática após a soma de apenas 3 pontos.
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