
Um questionamento do senador norte-americano Ed Markey durente uma audiência, que foi mal-interpretado, viralizou nesta semana e levantou suspeitas sobre a forma de operação dos robotáxis autônomos da Waymo, empresa que faz parte da Alphabet, controladora do Google,
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Segundo o que se entendeu do posicionamento de Markey, os robotáxis da Waymo seriam controlados remotamente por funcionários da empresa que residem fora dos Estados Unidos, mais precisamente nas Filipinas. A Waymo correu para desfazer o mal-entendido, já que a interpretação da audiência, segundo a empresa, foi equivocada.
Ryan McNamara, chefe de operações globais da Waymo, explicou que cerca de 70 agentes estão disponíveis em tempo integral, divididos entre EUA e Filipinas. Esses profissionais entram em ação apenas quando o sistema autônomo solicita ajuda diante de situações ambíguas, mas não têm acesso contínuo às câmeras nem controle direto sobre os carros.
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O executivo da Waymo esclareceu que os chamados “agentes de assistência remota” apenas oferecem suporte pontual ao sistema automatizado, sem jamais assumir o volante virtual dos veículos.
NEWS: Waymo says it now has over 3,000 robotaxis in its fleet, doing a combined 4 million autonomous miles and 400,000 paid rides per week across 6 U.S. cities.
Waymo also says they have 70 remote assistance operators on duty worldwide. 35 are located in the in the Philippines,… pic.twitter.com/fiYHUUzZkN
— Sawyer Merritt (@SawyerMerritt) February 18, 2026
Como começou a confusão com a Waymo?
A polêmica surgiu quando Mauricio Peña, diretor de segurança da empresa, confirmou que parte da equipe está baseada nas Filipinas. A resposta viralizou e foi interpretada por alguns veículos e usuários de redes sociais como se os robotáxis fossem conduzidos por operadores estrangeiros.
McNamara rebateu essa versão, afirmando que os agentes não “pilotam” os veículos, mas fornecem informações adicionais que ajudam o sistema a tomar decisões seguras. Essas interações duram apenas alguns segundos e funcionam como uma redundância de segurança, sem comprometer a autonomia do carro.
O executivo também destacou que os agentes filipinos são motoristas habilitados, falam inglês e passam por treinamentos específicos, além de exames toxicológicos. Apesar de nunca dirigirem os veículos remotamente, recebem instruções sobre regras de trânsito locais e têm seu desempenho monitorado.
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